Espaço para desopilar o fígado, mas sempre engajadamente. Um olhar crítico sobre as mentiras tornadas verdades, as verdades criadas pelo homem, em sua eterna ânsia de dominação.
Resumidamente, maquiavélica, iconoclasta. Um pouco estrábica, claustrofóbica, perdidona. Jornalista quase em final de carreira, artista plástica incompleta, cineasta frustrada, atriz natimorta. A voz do mudo, o ouvido do surdo e o olho do caolho. Desafinada para cantar, uma gralha para falar. Um ser eternamente em construção. Biriribororó.