Espaço para desopilar o fígado, mas sempre engajadamente. Um olhar crítico sobre as mentiras tornadas verdades, as verdades criadas pelo homem, em sua eterna ânsia de dominação.
domingo, 17 de janeiro de 2016
ARAPOTI: Netos de escravos contam a história as lendas e os mitos do cemitério dos escravos de Arapoti
Resumidamente, maquiavélica, iconoclasta. Um pouco estrábica, claustrofóbica, perdidona. Jornalista quase em final de carreira, artista plástica incompleta, cineasta frustrada, atriz natimorta. A voz do mudo, o ouvido do surdo e o olho do caolho. Desafinada para cantar, uma gralha para falar. Um ser eternamente em construção. Biriribororó.
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